Publicado: 16 junho, 2011 em pensamentos

Depois de algum tempo ela percebeu o que havia feito.

Todos os abraços nele haviam sido para o outro. Os beijos, caricias e declarações eram gritos abafados, uma maneira desesperada de tentar consertar o passado torto. Queria desesperadamente fazer tudo dar certo, para que quando desse errado não se culpasse por ser tão… tão ela. Distante, fria, alheia.

Horas, dias, meses… ano. Aprendeu da pior maneira(?) que não há nada que mude o que foi. Acordou cansada da farsa, acordou cheia da mentira, da podridão. Abriu os olhos e se sentiu de saco cheio de tudo aquilo, todas aquelas coisas que nunca quis, nao daquele (su)jeito.

Mandou tudo a merda.

E as horas continuaram, e os dias, meses e mais um ano logo mais.

E tudo continua.

Igual.

Comentários
  1. Al Duarte disse:

    “sentimental eu sou…”…rs

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