Publicado: 28 setembro, 2015 em pensamentos

Sem pensar. Nem (?) pensar.

 

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Viver é foda.

Crescer é difícil.

Nota  —  Publicado: 11 outubro, 2013 em pensamentos

“Amo essa neguinha. Amo essa neguinha. Eu te amo.”

Dom. 04 ago 13. Por volta das 3:30 am.

Esse texto tem a data de hoje mesmo. Escrevi numa pausa rápida no meio do trabalho. Foi uma resposta a um e-mail de uma amiga que falava algo sobre não esquecer alguém que passou na vida dela.

Vou postar ele aqui, pois já havia um tempo que eu estava querendo escrever algo sobre esse momento que vivo. Me faltava tempo e oportunidade. Então, como a oportunidade apareceu, vou posta-lo aqui e não vou me preocupar em fazer correções. Vai do jeito que saiu.

“cara, em relação a sua filosofada, ninguém nunca sabe quanto tempo né. tem gente que marca pra sempre mesmo. algumas pessoas ficam pra sempre no nosso coração. espero amiga, que algum dia passe a tristeza que a lembrança traz. e ai você vai conseguir escutar todas as musicas, e lembrar do que quiser, que vai ser só uma coisa gostosa, sem o pesar de não ter dado certo, sem a mágoa de não ter sido escolhida.

mas se algum dia vai passar, não sei. acho que sim, torço que sim, quero que sim. 😉
não sei se você lembra, mas eu cheguei a dizer que achava que o Zé seria aquele que eu jamais esqueceria, que eu achava que eu poderia me casar, ter filhos, amar meu marido, mas que ele sempre estaria lá. e ainda pensava que existia a possibilidade da gente se reencontrar velhinhos, depois de tudo na vida, e nos descobrirmos ainda feitos um para o outro.
bem, hoje, 4 anos depois eu não penso mais isso. alias, hoje eu mal penso/lembro dele, e quando o faço não me sinto mais mal, ou triste, ou com culpa por não ter dado certo. eu só sinto que foi algo lindo e deu o que tinha que dar. nós dois oferecemos o que tínhamos e o que podíamos na época.
aprendi com meus erros e com meus acertos (não só na relação com ele, mas com todas as relações que tive) e percebo que tudo isso é o que me trouxe até aqui. vejo que hoje sei/reconheço minhas limitações e irritações, sei respeitar e me respeitar melhor, sei me valorizar pelo que sou, mas também aprendi a valorizar e a demonstrar isso. claro que acho que esse seja um processo sem fim, esse aprendizado, mas eu tenho plena certeza que sou uma pessoa melhor hoje, mais tolerante (mesmo sendo intolerante! que paradoxo!!! kkk), compreensiva, companheira, amiga… mas essas e várias outras pequenas mudanças não foram do dia pra noite, e com certeza estão ainda acontecendo. eu sofri muito com o Zé, vocês lembram. eu sei que eu sentia como se tivesse perdido minha única e verdadeira chance. e passei por toda aquela fase de merda, me sentindo mal, inferior, incapaz. namorei o Chico, morei com ele e hoje eu sei que foi somente para tapar o buraco que eu tinha. isso é feio, eu sei. mas na época foi o melhor que eu pude fazer pra não enlouquecer. a solução que eu arranjei foi mentir pra todo mundo, e pra mim, que tava tudo bem e que eu tinha seguido adiante.
perceber isso tudo me fez repensar também muita coisa, muitos posicionamentos ficaram em xeque. e veio a fase de estar só. era triste as vezes, mas foi muito bom. e aí eu fiz uma coisa que nunca havia feito, me dei o direito de estar só e estar bem com isso, desencanei. compreendi o que muita gente fala, que a gente tem que se curtir, se namorar. estive só por um tempo, mas não considero o fator decisivo disso a “falta de paciência e tolerância” (como a gente fala muito). existia essa intolerância sim, mas ela só estava ali pq eu aprendi a me respeitar. eu não tinha que me diminuir ou deixar pra lá minhas opiniões pra estar com qualquer um do meu lado, só pra dizer que eu tinha alguém. a fase do “foda-se” era tipo isso: estou ótima sozinha, curtindo minha companhia. não tenho pq aturar coisas que sei que não fazem parte de mim, só para agradar X para que ele queira ficar comigo.
cara, é muito louco ter esse poder na mão. pq eu sempre fui descolada, e dona da verdade e tal, mas nos meus maiores/longos namoros eu me deixei tolher de alguma forma. eu me moldei, e eu deixei que isso acontecesse. foi bem prejudicial pra mim. dai quando eu descobri que não precisava disso, foi melhor que qualquer droga que já tenha provado.
e com isso veio a calmaria. eu estava de boa. eu me sentia bem, e eu podia selecionar as pessoas que queria ao meu redor. e o fator da seleção não era desespero, solidão, era simplesmente “estou bem, então quero alguém que me faça continuar exatamente assim”.
eu não estava procurando mais. é claro que eu queria encontrar alguém, mas isso não era o centro do meu mundo.
foi quando ele veio. veio na calmaria. veio no tempo em que eu já me reconhecia. chegou num momento em que sei o que quero. já joguei fora um monte de quinquilharia, de inutilidades ao longo do percurso. olho pro meu relacionamento com o Leandro e vejo que é com ele que quero viver tudo, seja lá o que tudo for. quero ser uma pessoa melhor, não só por ele, mas por mim também. procuro crescer e aprender com tudo que acontece com a gente. a gente briga, a gente chora, fica com raiva, ele se mete nas minhas coisas, e eu nas coisas dele. mas a gente quer fazer dar certo, eu acredito que vale a pena, e todo dia a gente tenta fazer o melhor pra isso. não tem garantia que vai dar certo, aliás, até quando vai dar certo. mas estamos aqui, dando a cara a tapa e apostando alto rsrs. a questão é que ele chegou em um momento em que eu soube ver que ele era alguém que valia a pena. o universo se alinhou e fez sua obra, como a Camile disse, eu ficando em casa, só jogando video-game, e indo na livraria, tropecei nele. e 4 meses depois a gente marcou um encontro. e eu lembro bem da sensação de ir caminhando no corredor do shopping e ver que ele já tava sentando lá, esperando. fiquei nervosa, com medo de não gostar dele, de ser mais um idiota, de ter mal-halito ou ser fedido kkkkk. e aí ele fez o que sabe fazer de melhor (bem, uma das coisas que ele sabe fazer de melhor) abriu a boca e começou a falar, e falar e falar… e eu já sabia. eu sabia muito, demais. quando a gente se cumprimentou e trocou o primeiro olhar eu já ouvia a música.
quando penso na gente, e em como ele me afeta, gosto de pensar assim:
muitas pessoas tem o costume de dizer “você me completa”, mas não gosto de pensar assim, acho um pouco triste essa frase, pq pra mim passa o sentido de que a pessoa é incompleta, é metade, capenga. eu não gosto de pensar que precisamos de alguém para sermos plenos. eu, quando penso em nós, quando penso em nele, digo “você me extravasa, me expande, me transborda, explode minha minha mente, corpo e coração”
hoje eu agradeço a todos os que passaram na minha vida. os que me magoaram, os que magoei. tudo isso, de uma forma ou de outra, me trouxe aprendizado, autoconhecimento. hoje, se eu pudesse escolher, escolheria estar aqui, do jeito que estou, com quem estou. se eu pudesse mudar, talvez mudasse só uma coisinha: queria ser cantora de banda de rock… pq o resto está bem do jeito que deveria!!!
então amiga, como a gente tá cansada de dizer, é o velho tempo que sabe das coisas. janeiro foi um dia desses, acho difícil esquecer de vez alguém que se amou verdadeiramente, tão rápido (como diz a musica “não se desama dando um mero tchau”). eu acho que algum dia, quando você menos esperar alguém vai te extravasar, e você vai perceber que o Humberto é só alguém que foi muito importante e bonito na tua vida.
ou não, você vai amar ele assim pra sempre e nunca vai esquece-lo de verdade!!!! quem sabe?? kkkkkkkk
tudo é possível nessa valsinha que é a vida!
😉 “

Publicado: 2 agosto, 2013 em Por ai...
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Algumas pessoas reclamam quando entram em relacionamentos “errados”.

Elas esquecem de perceber que estão entrando nas relações pelos motivos errados.

Publicado: 14 abril, 2013 em pensamentos
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Creme de abacaxi.

Doce de cupuaçu.

Suco de caju.

O ultimo pedaço da pizza.

 

E ele nem percebe. Ninguém percebe que, sutilmente, esse é meu jeito de dizer “te gosto”.

Publicado: 8 abril, 2013 em Músicas, Me Inspiram, Minhas Cores
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“Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I’m afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
One step closer

I have died everyday waiting for you
Darling don’t be afraid I have loved you
For a thousand years
I’ll love you for a thousand more”

                                                             (Christina Perri)

 

E você nem sabe o bem que me faz. Não faz ideia.

 

Publicado: 8 abril, 2013 em Minhas Cores, pensamentos
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– Eu aqui cheio de amor pra dar e tu só nesse celular – Disse ele, enquanto se virava de costas pra ela na cama.

– É o que, seu paranoico? Nem to no celular! – Responde com sorrisinho nos lábios.

(risinhos)

– Aí é??! Pois tome!!! – Ataca ela, com uma voz tentando colocar um tom de repreensão, enquanto abraça ele por trás, sentindo o cheiro dos cabelos dele entrando bem dentro de seus pulmões.

– Pode mandar vários desses aí! – Ele.

(suspiros)

Publicado: 8 abril, 2013 em pensamentos
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E eu que nunca tive medo de morrer, sempre esperei essa companhia cedo, desde muito pequena…

E eu que nunca tive medo de deixar tudo…

E eu, de repente, tenho medo de ir. Medo de partir. Partir seu coração. Quebrar sua confiança.

Não posso agora. Não posso nem agora, nem amanhã, nem em 100 anos.

Não quero largar tua mão.

E então, por alguma razão sem sentido, de alguma forma, eu tenho medo de perder algo. E esse medo me faz, cada vez mais, querer fazer valer a pena.

Quando tudo parecia se acalmar,algo mudou.

Por mais que eu queira evitar aquelas palavras estão ecoando aqui. Um barulhinho irritante dentro da minha cabeça, fazendo crescer um qualquer coisa de medo (?).

Será que alguém pode me ensinar a não querer sair correndo?

 

“There’s still a little bit of your taste in my mouth
There’s still a little bit of you laced with my doubt
It’s still a little hard to say what’s going on

There’s still a little bit of your ghost your witness
There’s still a little piece of your face I haven’t kissed
You step a little closer each day
Still I can’t see what’s going on”
(Cannonball – Damien Rice)