Publicado: 3 março, 2010 em pensamentos
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Tem dia que eu acordo e o mundo me chama.

Eu sou capaz de escutar o vento soprando meu nome dolorosamente… um triste lamento como um uivo pra lua.

O mundo todo lá fora, e eu, aqui.

Tem dia que me sinto como um bicho preso, sufocada, abafada, de um lado pra outro numa jaula que parece pequena demais pra mim.

Mas esses são os dias sem cores. Não são sempre, mas ainda aparecem vez por outra, só pra me lembrar que estão por ali, rondando, sondando na surdina. Aparecem para que eu não esqueça por completo que eles existem e que deles também vivo.

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