Publicado: 12 julho, 2011 em pensamentos, Por ai...

Não é que eu precise de você. Não é que eu não possa viver sem tua companhia. Viveria sim, longos 200 anos ou mais, alegremente.

Eu somente nao quero. Eu não gostaria de ter que passar por todos esses 200 e tantos anos sem ter você ao meu lado.

Não me agrada a idéia de um desconhecido qualquer andando na chuva comigo.  Nada disso me traz um sorriso bobo. Nenhuma outra opção me assusta ou mete tanto medo (sabe aquele medo de fazer alguma bosta e estragar tudo?)

Mas que desperdicio de tempo, coração e palavras. Porque eu aqui, escrevo pra você lá… eu aqui, como sempre, me entregando a coisas impossiveis. Flutuando em fantasias do que poderia ser… te escrevo mil cartas de amor cheias de odio por não sermos.

Mil cartas para o rapaz que se sente solitário, revoltado por nao ser um desbravador, um bichinho preso nas correntes dos moldes de coisas insignificantes socialmente necessarias e aceitas. Pra você que deseja ser outro algúem, enquanto pode ser voce mesmo, tao incrivelmente e simplesmente … você.

Se você pelo menos entendesse…

 

 

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