Publicado: 28 setembro, 2011 em Minhas Cores
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Depósito de imagens, sabores, texturas, sensações.

Uma caixa fechada com risos, abraços, ternuras e aconchegos. Um livro em branco de beijos de boa noite, de estorias para ninar e afagos para acalentar .

Todas essas coisas trancadas. Em algum lugar. Não chegaram nunca a serem perdidas, pois sequer existiram algum dia.

Das lembranças que eu trago da vida, você é de quem menos me lembro. Houve ainda uma época que me fazia imensa falta, mas hoje, hoje não mais. Não penso que isso seja triste, nem alegre. É, apenas.

Eu ganhei muitos abraços, muitos e incontaveis beijos de boa noite, enormes sermões e vários castigos. Escuto estorias até hoje e tenho colo sempre que preciso.

Então minha homenagem no dia em que seria o seu aniversário pai, vai ser de uma forma diferente. Mesmo você me deixando tão cedo, obrigada por não ter me deixado sozinha. Agradeço de coração por me deixar com meus avós, que hoje, alias, não só hoje, mas a muito tempo, são meus pais. Não poderia ter ficado em melhores mãos , pode ter certeza.

A gente segue aqui, vivendo, brigando, se amando da melhor forma possivel. E nessa dança louca do dia-a-dia, de uma (in)certa forma, você ainda vive, em alguns dos meus jeitos e sempre, sempre, sempre dentro deles.

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