Publicado: 22 novembro, 2011 em pensamentos

Em todas as suas vidas vividas, por todos os anos e seculos

Desde o começo dos tempos

De todos os nomes que teve, das diversas formas que o moldaram

Das lembranças que não trazia, mas ainda assim lembrava

Do parto, do choro, das perdas

Nos campos, nas nuvens, nas estradas, entre paredes

Dos escudos, espadas, martelos, papeis, compassos, numeros

Ele sempre soube. Ele sempre soube e por isso sempre voltava

Era sempre ela.

Somente.

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