E então eu falo de tudo. Falo do dia, da falta de sono, do excesso de canseira… falo do clima, das operadoras de telefone, de filmes, doenças e músicas… falo de uma infinidade de nadas… falo de tudo que é banal e comum para não ter que falar de tudo rasga a carne, de tudo que é improvável. Para não falar do proibido dos sentimentos … mais uma dose de vida, por favor.

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comentários
  1. Colecionadora disse:

    O que marca na carne, marca em silêncio…

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