cartas rasgadas, jogadas ao sabor do vento…

Publicado: 22 maio, 2012 em Minhas Cores, pensamentos
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(… ou não. Simplesmente guardadas, pra sempre)

Ontem mexendo no meu baú encontrei uma carta antiga. Uma carta de amor. Li, reli, treli. Que deleite, que delícia, que de-lindo! Foi gostoso reviver por alguns instantes todas aquelas sensações.

Foi cheio de boniteza. E boniteza não é algo que se encontra fácil hoje em dia.

“Eu poderia começar do começo, mas todas as coisas começam do fim. Do fim das infinitas e diversas fases das nossas vidas. Sempre que algo novo chega marca o fim de uma era, deixando pra trás o velho, o antigo, o ultrapassado, o que já foi.

E é isso, que esse adeus seja só um até logo, que a vida se encarregue de fazer o que sabe fazer de melhor, seguir seu rumo. Que algum dia a gente se encontre pra outra folia, seja como amantes, seja como amigos, mas que eu ainda possa algum dia escutar o som rasgado da tua risada.”

O amor mudou, mas não morreu. E como eu disse na carta, a vida fez sua parte, nós seguimos caminhos diferentes, mas meu carinho continua imenso, sempre.

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