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“Amo essa neguinha. Amo essa neguinha. Eu te amo.”

Dom. 04 ago 13. Por volta das 3:30 am.

Publicado: 8 abril, 2013 em Músicas, Me Inspiram, Minhas Cores
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“Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I’m afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
One step closer

I have died everyday waiting for you
Darling don’t be afraid I have loved you
For a thousand years
I’ll love you for a thousand more”

                                                             (Christina Perri)

 

E você nem sabe o bem que me faz. Não faz ideia.

 

Quando tudo parecia se acalmar,algo mudou.

Por mais que eu queira evitar aquelas palavras estão ecoando aqui. Um barulhinho irritante dentro da minha cabeça, fazendo crescer um qualquer coisa de medo (?).

Será que alguém pode me ensinar a não querer sair correndo?

 

“There’s still a little bit of your taste in my mouth
There’s still a little bit of you laced with my doubt
It’s still a little hard to say what’s going on

There’s still a little bit of your ghost your witness
There’s still a little piece of your face I haven’t kissed
You step a little closer each day
Still I can’t see what’s going on”
(Cannonball – Damien Rice)

 

 

Know that when you leave
By blood and by me you walk like a thief
By blood and by me I fall when you leave

So tell me when you hear my heart stop
You’re the only one that knows
Tell me when you hear my silence
There’s a possibility I wouldn’t know

So tell me when my silence’s over
You’re the reason why I’m closed
Tell me when you hear me falling
There’s a possibility it wouldn’t show

(Lykke Li – Possibility)

 

É isso, de alguma forma, eu continuo esperando aquele – adeus – chegar.

Publicado: 27 setembro, 2012 em Me Inspiram, pensamentos
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Ainda existe a espera. O tempo. A distância. A saudade.

 

 

(trecho do texto Permante, do colega virtual Neo)

Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E ainda assim preferir o silêncio. Ele pode reler seus bilhetes, procurar o seu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as suas músicas, procurar a sua voz em outras vozes. Quem nos faz falta acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape! Talvez ele perceba que você faz falta. E diferença. De alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Talvez ele volte. Ou não.

– Caio Fernando Abreu

Publicado: 16 agosto, 2012 em Me Inspiram, Minhas Cores, pensamentos
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“Daí você se dá conta que passa a ir dormir todas as noites pensando na mesma pessoa.”

Dos Poemas

Publicado: 20 maio, 2012 em Me Inspiram
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Tú eras también una pequeña hoja
que temblaba en mi pecho.
El viento de la vida allí te puso.
En un principio no te vi: no supe
que ibas andando conmigo,
hasta que tus raíces
horadaron mi pecho,
se unieron a los hilos de mi sangre
hablaron por mi boca,
florecieron conmigo.

(Pablo Neruda)

me-ta-de

s. f.
Uma das duas partes iguais de um todo: dois é a metade de quatro.
Boa parte de alguma coisa: passa a metade do tempo fumando.
f.
Cada uma das duas partes iguais, em que se divide um todo.
(Ext.) Parte, proximamente igual a metade.
(Fam.) Esposa, em relação ao marido: a minha cara metade.
.
.
.
Mesmo sem continuar acreditando nas tais metades, nosso heroi continua a sua busca. E essa busca é justamente pelo o que buscar. Descontente, indócil, extremo.
Algo mais lhe tirava o sono.
Alguém mais me tira o sono.
Eu, tal qual o herói, não creio muito bem no faz-de-conta. Acho triste a idéia do “O Um”. Estranho ter que comprar a fábula de que existe somente uma chance de encontrar alguém que se encaixe.
Mas esses  dias tem sido estranhos.
Eu não me sinto muito bem eu.
O herói agora anda cansado, e existem sentimentos inquietos, inexplicáveis.
Conversamos um pouco sobre isso e cheguei a conclusão de que me sinto pela metade.
Mas metade de que? Metade por que? Metade por quem?
(…)
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade…
(…)
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão…
(…)
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade… também.
(Metade – Oswaldo Montenegro)

Publicado: 7 maio, 2012 em Músicas, Me Inspiram, Minhas Cores
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“Só o cheiro do seu cheiro
Não consigo deixar para trás
Impregnado o dia inteiro
Nessa roupa que eu não tiro mais”