Arquivo da categoria ‘Por ai…’

Publicado: 2 agosto, 2013 em Por ai...
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Algumas pessoas reclamam quando entram em relacionamentos “errados”.

Elas esquecem de perceber que estão entrando nas relações pelos motivos errados.

Em algum momento houve um descuido, por alguns segundos o escudo caiu. E esse erro milimétrico foi o suficiente, foi o que bastou pro sorriso entrar, percorrer o corpo, as veias, as vísceras. O verde regou tudo, com um olhar, num brilho diferente e então… tudo parou. Tudo mudou.

Publicado: 18 março, 2013 em pensamentos, Por ai...
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Hoje pela manhã Deus me visitou. Simples assim. E como todas as outras vezes pareceu ser a primeira vez.

Sempre é uma surpresa deliciosa quando Ele resolve aparecer.

Isso vai muito além de religiões e dogmas.

É algo intimo, um momento nosso, uma conversa boa com um bom amigo.

 

Hoje conheci uma moça.

Estava sozinha. Até aí nada de anormal.

Mas ela encarnava, exalava, vomitava solidão.

Era a própria angustia ali, personificada.

Erá de dó.

Perdida naquele lugar que não lhe continha. Sobrando no espaço todo que não lhe cabia.

Com aquele olhar perdido procurando qualquer olhar que respondesse.

Ela era a própria solidão que se vestiu de mulher e saiu para dar uma volta, perambular um pouco, bater pernas por ai.

Não é triste ser só. Triste é mesmo a solidão.

E ela chegou e ninguém se importou. E ela foi embora e ninguém notou.

Publicado: 18 setembro, 2011 em Minhas Cores, Por ai...

Entao ele olhou pro amigo, meio se graça, e disse:

– Mas, cara, ela tem os cabelos coloridos!!!!

– Pois é, não é o máximo?!

Eu te quero tanto que me dói.

Isso me deixa tão feliz, de uma maneira que nao posso explicar…

“a heart that hurts is a heart that beats…”

E só por essa simples razão, em meio da angustia de te querer, consigo levar na esportiva o fato de não estar com você.

Young and full of running
Tell me where’s that taking me?
Just a great figure 8 or a tiny infinity

Love is really nothing
But a dream that keeps waking me
For all of my trying
You still end up dying
How can it be?

Don’t say a word, just come over and lie here with me
‘Cause I’m just about to set fire to everything I see
I want you so bad I’ll go back on the things I
believe
There I just said it, I’m scared you’ll forget about
me

So young and full of running,
all the way to the edge of desire
Steady my breathing, silently screaming,
“I have to have you now”
Wired and I’m tired
Think I’ll sleep in my clothes on the floor
Maybe this mattress will spin on its axis and find me
on yours.


(Edge of Desire – John Mayer)

Publicado: 5 setembro, 2011 em pensamentos, Por ai...
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Voce pode ate escapar pelos meus dedos…

Mas nunca ninguem vai poder dizer que não fiz minha parte.

Sonhei-te… todas as noites. Mesmo em outros braços, colos e bocas.

Todos não passavam de simples, comuns e sonolentos braços, colos e bocas.

Publicado: 12 julho, 2011 em pensamentos, Por ai...

Não é que eu precise de você. Não é que eu não possa viver sem tua companhia. Viveria sim, longos 200 anos ou mais, alegremente.

Eu somente nao quero. Eu não gostaria de ter que passar por todos esses 200 e tantos anos sem ter você ao meu lado.

Não me agrada a idéia de um desconhecido qualquer andando na chuva comigo.  Nada disso me traz um sorriso bobo. Nenhuma outra opção me assusta ou mete tanto medo (sabe aquele medo de fazer alguma bosta e estragar tudo?)

Mas que desperdicio de tempo, coração e palavras. Porque eu aqui, escrevo pra você lá… eu aqui, como sempre, me entregando a coisas impossiveis. Flutuando em fantasias do que poderia ser… te escrevo mil cartas de amor cheias de odio por não sermos.

Mil cartas para o rapaz que se sente solitário, revoltado por nao ser um desbravador, um bichinho preso nas correntes dos moldes de coisas insignificantes socialmente necessarias e aceitas. Pra você que deseja ser outro algúem, enquanto pode ser voce mesmo, tao incrivelmente e simplesmente … você.

Se você pelo menos entendesse…

 

 

Publicado: 16 junho, 2011 em Por ai...

Certamente eu poderia me apaixonar facilmente por você, moçinho de fala diferente.

Facilmente eu certamente deixaria você e seus olhos carentes para trás depois de um tempo.

Eu poderia mentir, mas pra que?

Publicado: 16 junho, 2011 em Por ai...

Eu bem que queria ter muito pra falar.

Mas, mesmo depois de todo esse tempo, tudo o que tenho fica empregnado nas minhas entranhas e se recusa a sair.

Talvez seja algo como auto-preservação. Algumas coisas se tornam muito mais reais quando saem do mundo das ideias…