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“E nossa história não estará pelo avesso assim, sem final feliz.

Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá vamos viver, temos muito ainda por fazer. Não olhe pra trás, apenas começamos.

O mundo começa agora. Apenas começamos.”

Hoje vou escrever.

Pra quem não sabe eu tenho um namorado (oba!) e pra quem não sabe o nosso namoro é a distância (aaaa)! E põe distância nisso.

Mas o que eu quero dizer hoje, é que eu não preciso do negativismo de ninguém e muito menos da descrença alheia. Estou dizendo isso porque por esses dias conversando com uma pessoa (claro que não vou citar nomes) que é declaradamente contra namoros à distância eu me senti um pouco ofendida. Bem, não vou citar nomes aqui, mas claro que se a pessoa ler isso aqui vai saber, daí se quiser depois a gente conversa.

É claro que acho que todos têm direito a ter sua opinião, e longe de mim querer ser a dona da verdade, mas certamente eu sou a dona da minha verdade. O que aconteceu foi o seguinte, conversando com a dita pessoa chegou-se a conclusão: Eu, Thayane, estou investindo em um relacionamento à distância porque ele não trás uma carga real de comprometimento, ele se mantém somente em uma camada superficial. E que, eu escolhi isso porque já me decepcionei demais com namoros “reais”, ou seja, que esse namoro é para mim uma espécie de fuga, onde é mais difícil que eu saia machucada. Bem, eu tenho que dizer que quem falou (escreveu na verdade, porque estávamos no msn) essa conclusão fui eu. Mas eu escrevi isso porque não sou boba, e sei muito bem que é isso que essa pessoa pensa (depois de várias indiretas) e que era nesse ponto que queria chegar, tanto é que confirmou o pensamento depois.

Pois bem, minha resposta as criticas negativas em relação a meu namoro é a seguinte: proximidade de pele nem sempre significa despimento da alma. Nem sei se existe essa palavra, despimento, mas se não existe acabei de criar. Vem de despir, tirar a roupa, ficar nu, se mostrar inteiro como é.

E é exatamente o que penso e sinto. Não é fácil manter um namoro à distância, é preciso muita confiança, muita paciência e é preciso saber realmente o que quer. Eu concordo que a convivência, o dia-a-dia e o contato “real” constroem um relacionamento. Mas isso não quer dizer que essa seja a única forma de ter um. Nem sempre você estar com alguém significa dizer que essa pessoa está se doando verdadeiramente pra você.

Quem namora a distância exercita e cria outras formas de se fazer junto, de estar presente. Os detalhes são muito mais valorizados, você tem que prestar atenção em tudo (você quer prestar atenção em tudo) porque naquele momento é tudo o que vocês têm. Conhecer o humor do outro só pelo tom de voz, ir aos poucos revelando o jeito de pensar, os gostos e desgostos, é conversar, conversar e conversar muito, sobre tudo, é dividir tudo com palavras, o que aconteceu durante o dia, os planos, as frustrações. É estar em um local e tirar uma foto, depois mandar só pra dizer “lembrei de você, queria que estivesse aqui”. É saber que momentos inesquecíveis estão por vir. Eu já tive namorados que não eram capazes de saber se eu estava triste ou mal humorada mesmo se eu escrevesse na minha testa, tive ainda namorados a quem eu podia dizer “gosto só de bananas”, e eles me traziam maçãs. Tive ao meu lado pessoas monossilábicas, que irritantemente limitavam suas respostas a “aham” “hum-hum” e ainda outros a quem o estar juntos se limitava a estar se beijando. É isso que quero dizer quando digo que nem sempre estar perto significa estar junto, se entregar, se envolver.

Ninguém escolhe gostar, é verdade que às vezes podemos tentar evitar, mas quando não se consegue, foda-se.

Quem decide esperar espera pra receber todo o bônus de uma só vez. Todos os beijos e abraços, os carinhos e afagos. Tocar, sentir a pele, o cabelo, o cheiro, passear de mãos dadas, ir ao cinema e comer pipoca, comer uma pizza, alugar um filme e assistir coladinhos no sofá. Tomar sorvete (de café com tapioca) e depois jogar pedras na lua.

É complicado? É sim. É diferente? É sim. Às vezes também pode ser doloroso e certamente sempre é cheio de saudade. Mas ainda assim não admito que ninguém venha me dizer que é  impossível e muito menos que é um refúgio para não me decepcionar. É simplesmente uma decisão. É decidir esperar, se guardar, respeitar, acreditar, confiar, ser verdadeiro, sonhar, amar. Ou seja, é igual a qualquer outro relacionamento, com a pequena (grande) diferença da distância, o que não torna isso um bicho-de-sete-cabeças. E pra finalizar a vida é minha ora bolas. Você está só até hoje, então acho que isso não te dá o doutorado em relacionamentos próximos, muito menos a distância. E tenho dito.

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É preciso crer no improvável, senão, no que mais crer?

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Sobre todos esses ET’s e Ovnis que iam aparecer a partir do dia 14 de outubo de 2008… . Não sei quanto a você, mas eu acredito (e gosto disso) que existem mesmo seres de outros planetas, outras galáxias, por ai, voando em suas navizinhas de tecnologia muito superior as nossas, nos observando e talvez até fazendo experimentos, mas, não é sobre isso que vou falar aqui.

Quero falar sobre 2 aspectos que me chamam a atenção em toda essa história.

O primeiro, que pode parecer muito bobo, mas sempre que eu paro pra pensar acho fantástico, fala sobre a questão da globalização da informação. Incrível como simplesmente os 4 cantos do mundo ficaram aguardando as aparições. Os vídeos, filmagens e tudo o mais a respeito do assunto foram acessados por milhões de pessoas, por mim, por você (inclusive que agora está lendo isso aqui) e por mais tantos. Ainda fico impressionada com a agilidade das noticias se espalharem nos dias de hoje, e por mais que eu passe meus dias em frente do computador, navegando pelo mundo, ainda acho incrível essa rede invisível que nos uni, nos conectando, unindo, linkando cada um de nós, não importa onde estejamos. E ainda hoje, apesar de conviver diariamente com tudo isso, continuo achando linda a forma de como as informações nos chegam, com a capacidade de nos trazerem sentimentos, sensações compartilhados por todos. A rapidez com que compartilhamos tudo isso ainda me impressiona, me maravilha. Agora mesmo estou a um clik de “dar” para o mundo todo mais um post com algumas bobagens que penso.

Então, graças às maravilhas tecnológicas o mundo começou essa semana apreensivo, na expectativa, compartilhando euforia e acima de tudo esperança. Esperança… esse é o segundo aspecto sobre o qual vou falar.

A esperança de algo novo, de algo que possa ser melhor, que possa trazer dias melhores, que nos faça sentir que nem tudo está perdido. Todos que souberam da noticia da chegada com “hora marcada” dos UFO’s, de uma forma ou de outra, admitindo ou não, sentiram (no mínimo) uma pontinha de esperança que isso realmente acontecesse. E eu penso qual seria o motivo dessa esperança. Será que já deixamos de acreditar em nós mesmos, no nosso mundo, na nossa terra? Será que a gente já desistiu te ter esperança no que nos rodeia e precisamos crer em algo que está além?

Li uma vez um artigo onde o autor falava que as pessoas hoje estão tão confusas, tão desesperadas por orientação, por algo que traga esperança que acabam procurando alternativas (às vezes extremas) de buscar esse conforto (seja em novas modalidades de religiões que surgem diariamente, seja algum tipo de droga (licita ou não), ou diversas outras maneiras de fugir da realidade).

Enfim, pro post não ficar longo demais, eu quero dizer que aparecer alienígenas ou naves espaciais seria realmente algo muito legal (até eu queria isso!), mas, o que quero mesmo é que a gente ainda consiga ter esperança no que é nosso, no que nossos olhos alcançam, nos que precisam de nós. Tudo o que a gente precisa é que alguém tenha fé em nós, os ET’ já estão muito bem obrigado! Passeiam com suas potentes naves pelas galáxias… Nós aqui ainda precisamos de nós mesmos, e de toda esperança de que tudo pode melhorar.

 

Agora, pra descontrair, alguns links de vídeos (uns toscos outros nem tanto) feitos por brazucas que afirmam ter tido seus contatos rsrsrs… e 1 video do que pode ser um colega alien em sua nave aparecendo em nosso céu.

 

Ovni em Cruzeiro em SP

 

Outros Links:

http://br.youtube.com/watch?v=5WVCb-xlZDc&feature=related   esse aqui é bem feito

 

http://br.youtube.com/watch?v=ahBUFwk5u1Q  esse é o pior,, mt besta!!!

 

http://br.youtube.com/watch?v=ii3JHAkqwI4  ai ai… bem bolado!! rsrs

Por que desistimos???

Publicado: 7 outubro, 2008 em pensamentos
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Eu não sei o que há que é tão dificil entre meninos e meninas.
O que eu quero dizer é que as vezes nada parece se acertar. A menina conheçe o cara numa festa, acha bonito, atraente, paquera com ele, senta, conversa, acha inteligente, com uma boca bonita, um cheiro gostoso… eles se beijam, trocam telefones, se encontram depois, e depois e depois. Logo estão sempre juntos, e então estão namorando.
Então começa: não quer que ele fume mais. Por favor, beba menos. Odeia a maioria dos amigos dele, reclama das roupas, do futebol ou do carteado, dos palavrões. Ele se torna chato, ou é um mulherengo; preguiçoso ou festeiro demais.
O cara conheçe ela na night. Linda, daquele jeito dela especial e particular ela chama sua atenção. Então lá vem aqueles momentos crucias de aflição, o primeiro contato, tocar na sua pele, sentir seu perfume, a cor do batom naqueles lábios provocantes, o detalhe do decote ou uma alça do vestido displicentemente caida… tudo nela o atrai, estiga e excita. Ela é inteligente e engraçada. Tudo rola naturalmente e depois de alguns dias aquela maravilhosa mulher está constantemente (para seu orgulho) ao seu lado, em jantares, cinema, nas baladas e até nas reuniões familiares. Então é isso, vocês tem um compromisso.
Mas então os vestidos dela são muito curtos, e ela bebe demais pra uma mulher. Ela fala sem parar e ri demais por qualquer coisa. Te liga sem motivo realmente importante e te compra roupas que não combinam com você, e por mais que ela saiba disso continua comprando! Ela é muito bagunçeira e desorganizada, a depois de um tempo até as coisas que vocês tinham em comum parecem desaparecer. Sinceramente, ela deixa você louco às vezes.
É nessa hora que eu penso: quando é que a gente deixa de acreditar no “nós”? quando é que a gente desiste “da gente”?
As pessoas são o que são, e elas vão ser aquilo sempre, nossa essência não muda. Podemos mudar uma opinião ou outra, a cor do cabelo, partido político, comida preferida, o vestuário… o superfulo, o externo, pois o que temos dentro de nós, aquilo que nos constrói, que nos faz diferentes uns dos outros… isso não muda.
E então por que deixamos de querer alguém que outrora nos fez tanto bem, proporcionando tanta felicidade. Por que em um determinado momento nós, de alguma forma, nos esquecemos de todos os detalhes, nós vamos nos esquecendo das pequenas coisas que tornaram ele ou ela especial. O jeito de sorrir, a maneira de passar os dedos pelos cabelos ou o péssimo jeito de contar piadas. Aquele abraço que parecia parar o mundo e o frio na barriga que dava só em pensar em seus beijos. A lágrima compartilhada e que ninguém mais viu, e aqueles segredos que foram confidenciados nos momentos mais ternos. Tudo o que faz a nossa história com alguém é importante, pois são os “mínimos” que fazem do outro especial.
Depois de um tempo juntos você vai ver que a cara metade também é cheia de defeitos e manias, que as vezes pode ser mesmo irritante e sem graça, com amigos bobos que dão péssimos conselhos. Que pode sair despenteada às vezes e sem maquiagem, que se estressa e tem tpm. E que em uma sexta-feira não muito boa pode beber demais e falar mais do que deveria também… mas olhe, olhe bem: ainda é ele, ainda é ela. E se você olhar bem no fundo ainda vai poder ver tudo aquilo que te fez apaixonar.
Não desista só porque as coisas estão ficando um pouco dificeis, não abra mão do que foi e ainda pode continuar sendo maravilhoso, porque nada na vida é fácil e nada vem fácil. Aquilo que vocês construiram, o que deixaram para trás e os planos de amanhã, as lagrimas e a felicidade vividas, isso faz o que são hoje. Ninguém vira um chato ou chata do dia pra noite, a gente simplesmente desiste de enxergar o belo e começa a reparar em outras coisas que também estiveram sempre ali, mas fingiamos não ver, não incomodava… porque acreditavamos na força da paixão, no algo mais, no divino que era estar juntos.
Eu não quero desistir do amor, do meu amor. Eu quero poder olhar e ainda ver o mesmo que me fez apaixonar com seu violão, com tons, semitons e todas as suas cores… pois todos nós temos nossos vícios e virtudes, mas apesar de tudo quero acreditar que tem que valer a pena fechar os olhos por alguém e lembrar de uma vida toda (já vivida ou ainda por vir). Eu quero poder ficar velhinha e, andando de mãos dadas com meu velhinho vendo mais um por-do-sol me sentir boba, especial e a mais sortuda entre todas porque apesar de seus roncos e rabugices ele me traz felicidades sem fim.