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Publicado: 26 junho, 2012 em Minhas Cores, pensamentos
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Como sou ridícula.

Olho pra trás e vejo essa busca desesperada pra substituir você pelo primeiro estranho que me sorri.

E é como uma droga qualquer, que quando acaba o efeito traz realidade ainda mais forte, uma bofetada em cheio no meio da minha cara.

Você, você, você.

Publicado: 16 maio, 2012 em Minhas Cores, pensamentos
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Eu sei que ainda tinha muito pra ser dito. Mas eu escolhi o silencio. Eu preferi me afastar. Foi uma questão de preservação mesmo, acho que não deve ser tão dificil de entender.
Eu escolhi, mas isso não significa que eu não lembre mais.

Eu havia dado pra ele um codinome.

Era um super-herói. Meu super-homem.

Mas quando a máscara caiu, se mostrou não só mortal como também cruel.

Insensato, inconstante, indiferente, incapaz, inalcançável.

Era tanto “in” que eu tiver que dar um “out”.

Saí sem muita despedida, e claro um pouco ferida.

E não, nenhum herói veio ao meu auxílio.

 

A vida continuou em movimento. Claro, ela não pára. Todos sabem disso.

A vida continuou e eu tive que ir seguindo. No começo era melancolia, seguida de conformidade, encharcada de raiva e dor, e depois de tudo, anestesia, eutanásia diária de tudo que quis. Até que um dia veio a indiferença acompanhada de um quase esquecimento.

A vida continuou em movimento.

E agora você volta a me procurar. Você, de novo, você!

Me pego pensando que a vida as vezes parece ser como um grande circo… tá cheio de palhaço fazendo (des)graça no picadeiro.

Mas pro meu espetáculo, meu bem, não há mais lugar pra você nem pra sua arte de meia tigela. Pois então, sem ressentimentos, leve você e seu nariz vermelho pra bem longe de mim.

“E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu”

A vida continua em movimento.

So let it go.

Publicado: 24 fevereiro, 2012 em pensamentos
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Era hora de deixar ir.

O momento era de um adeus silencioso. Um adeus não pra ele, mas pra sí mesma e pra tudo o que havia sonhado enquanto o beijava de olhos fechados. Essa seria sua sentença, sofrer seu adeus silêncioso e aprender, novamente, a não fechar seus olhos pra qualquer um.

Então depois muitas virgulas, reticências e interrogações toda aquela via crucis que foi estar com ele, chega ao seu ponto.

Final.