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Antes de ontem resolvi voltar a minha rotina de leituras, é muito bom pra distrair a cabeça de pensamentos inúteis (principalmente sobre pessoas inúteis). Então, contrariando um pouco o meu gosto por ficção e dramas, supenses e romances, escolhi um livro de auto ajuda (não que eu acredite que esses livros podem me ajudar mas, claro que respeito quem aprecia esse tipo de leitura). O titulo do encadernado: Ele simplesmente não está afim de você. O que me motivou a escolher essa leitura foi a simples curiosidade, afinal já esta nos cinemas o filme baseado em tal livro, com o plus dos autores serem os roteiristas da famosíssima “Sex & The City” antão pensei “bem, não pode ser tão ruim assim, né?!”. Por favor, mais uma vez quero deixar claro que não discrimino quem gosta de livros de auto ajuda, é somente uma questão de gosto, talvez você goste, eu não. Sem ressentimentos.

Ok, foi uma leitura rápida, leve, um tanto agradável, pouco reveladora mas de forma geral boa com um leve tom sarcástisco e engraçado (acho que tem gente que acha muuuito engraçado… bem…). Então esse post aqui é para citar a frase que mais gostei e que inclusive está belamente exposta no meu msn:

“Você já tem um cu. Não precisa de outro”

Então é isso meninas! Nós não precisamos estar ao lado de homens estilo “cuzões”, homens idiotas e imbecis que sempre conseguem nos colocar pra baixo. Nós já temos um instrumento que se destina a fazer merda, então não tem pra que investir em um cara volta e meia  (senão sempre) só faz merda na tua vida!

É isso, quem não tiver paciencia nem tempo pra ler o livro o resumo é isso aí que escrevi acima. Não que a gente não saiba disso, mas achei essa frase realmente fantástica porque ela consegue resumir um mundo de adjetivos depreciativos que poderiamos buscar para definir um homem desse tipo, de uma forma simples, rápida, singela e diretissíma!

Só falta o coração aprender isso…

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Trechos interessantes

Publicado: 10 outubro, 2008 em Me Inspiram, Sobre livros
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 ” — Veja as cores — disse o pai. É difícil não gostar de um homem que não apenas nota as cores, mas fala delas.”

 

 Saukerl (porco) — riu a menina, e, ao levantar a mão, soube perfeitamente que, ao mesmo tempo, ele a chamava de Saumensch (porca).  Acho que isso é o máximo que as crianças de onze anos podem se aproximar do amor.”

 

A Menina que roubava livros – Markus Zusak