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“You ask me to enter, but then you make me crawl”

(E como eu rastejo….)

Teu cheiro, teu corpo, tua boca, teu hálito, teu sexo. Por mais uma vez, meu. Por mais uma vez, nós.

Esses erros estúpidos, a história cíclica, a gente que teima em teimar. Ta tudo errado, mas por alguns instantes parece ser o certo.

Eu não sou sua mulher, e você jamais será meu homem. Não existe final feliz aqui. Um happily never after combina muito mais com o nosso jeito de (não) ser.

“Sem arrependimentos” você diz.

“Mentiras” eu penso.

Teus beijos são mentiras, tuas mãos no meu corpo são mentiras, teu olhar, tua respiração, teu gozo, tuas palavras, somente mentiras.

E eu engulo tudo mesmo assim. Devoro tuas mentiras junto com minhas paranoias e inseguranças. Devoro com sede e fome, como se fosse a última refeição de uma versão minha prestes a ir torrar numa cadeira elétrica.

Mas no fim a cadeira nunca me dá o choque final.

E tudo que me resta é a indigestão.

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Publicado: 14 agosto, 2012 em pensamentos
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Crueldade sua.

Você, que carrega a graça no nome, às vezes me deixa sem graça.

Me deixe. Não me deixe. Já nem sei mais.

Crueldade minha. Certamente essas pitadas de masoquismo, de alguma forma, me saciam.