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Publicado: 2 março, 2010 em Músicas, Minhas Cores, pensamentos
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Na lembrança das coisas que já foram, hoje me veio a imagem de um tempo já um pouco distante.

A nostalgia não é uma coisa que passa despercebida, e a saudade de hoje foi tão boa de sentir… ao som the “nothing is going change my world” mando minhas recordações diretamente para minha pequena grande irmã mais velha por todas aquelas noites curtidas, dançadas e cantadas na companhia da Rubber Soul…

Eu, em 2002

Publicado: 13 novembro, 2008 em Me Inspiram, pensamentos
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aqui vai uma foto minha, que foi tirada em 2002, em meio a todos os maiores acontecimentos da minha vida. Na época escrevi sob a foto essas palavras que tirei de uma dessas revistas Capricho da vida…. e elas resumem exatamente o que foi aquele ano…..

 

E foi bem assim mesmo!

E foi bem assim mesmo!

ANO DE AMORES, DE ALEGRIAS, DE DESILUSÕES, DE RECEIOS,

DE CORAGENS E OUTRAS SAÍDAS DE ÚLTIMA HORA,

DE PAIXÕES, DE MAIS PAIXÕES, DE TARAS,

DE INVEJAS, DE BANHOS FRIOS,

DE LOUCURAS, DE MENTIRAS PROVIDÊNCIAIS,

DE SACANAGENS, DE CARINHOS, DE FANTASIAS,

DE ESPERANÇAS, DE EMOÇÕES, DE DORES,

DE ARREPIOS, DE ABRAÇOS, DE BEIJINHOS,

E DE OUTROS PRAZERES SIMPLES E SINGELOS.

Agora olhando tudo percebo a passagem do tempo cruel e implacável, hoje a minha saudade não me amarga, é uma saudade doce, quente e cheia de ternura, vem de uma forma que chega até a envaidecer.Aqui, exatamente aqui, tanto aconteceu Penso nos amigos que fiz e que ainda se fazem presentes. Todos os bons momentos, a cumplicidade, os abraços. Ah! os abraços … eram tantos e tão verdadeiros, acalentavam na tristeza e davam mais sabor às alegrias. Neles estava explícito o “eu te amo” recheado de toda a verdade que somente os jovens corações são capazes de entender e doar. 

Os sorrisos, risos, risadas e risadagens corriam soltos, despreocupados, desprendidos, largados. Incentes… às vezes, mas muito mais que tudo eram mesmo indecentes.Muitos dos que compartilharam comigo eu trago na lembrança, e àqueles mais queridos e especias guardo além das memórias alguns pedacinhos do meu coração. O que foi vivido passou e não volta mais, porém tem toda a sua beleza capturada nas paredes da memória. 

A insustentável leveza de viver era tão mais leve, sem as responsbilidades e preocupações diversas que, já naquela época, nos espreitava com olhos famintos, ávidos por nos devorar. Mas ali, a mocidade nem sequer se sabia gente, ainda havia o cochilo da tarde, a cervejinha gelada a qualquer hora, tinha prova e vez em quando aparecia a velha chamada, o que pegava era mesmo os trabalhos mais complicados e a leve espectativa de atingir, pelo menos, a nota mínima no fim do semestre.Aqui vi amizades nascerem, crescerem e amadurecerem até se tornarem tão fortes quanto rochas, e outras que restam apenas como recordações (mas ainda assim belas). 

Vi amores acontecerem e desacontecerem, perdendo o encanto com a mesma rapidez com a qual haviam se encantado. Mas daqui desse lugar também pude testemunhar uma conquista do amor, que resiste, persiste, insiste em existir, em ainda querer bem e querer cada vez mais (agora um pouquinho mas longe de nós, é verdade, mas ainda perto de qualquer forma).
Todos esses que me passeiam agora, um a um, deixaram em mim suas marcas (cada qual do seu jeito) algumas fundas… outras mais fundas ainda, pois comigo enterraram tesouros, contaram estrelas e caçaram cometas, dividiram(-se) o tempo, o vento, o sol ,a chuva e a lua dando novos sentidos aos antes pálidos campos de trigo.

Dedicado a todos os meus companheiros de BOSQUE!

UFC
2001
2002