Posts com Tag ‘saudade’

Publicado: 6 maio, 2012 em Minhas Cores
Tags:

Meu coração por ti, gela….

E essa tigela anda vazia. Vazia das nossas coisas.

Anúncios

“E nossa história não estará pelo avesso assim, sem final feliz.

Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá vamos viver, temos muito ainda por fazer. Não olhe pra trás, apenas começamos.

O mundo começa agora. Apenas começamos.”

Publicado: 3 maio, 2012 em pensamentos
Tags:, , ,

Coração apertado.

Nada mais.

Publicado: 28 setembro, 2011 em Minhas Cores
Tags:, , , , ,

Depósito de imagens, sabores, texturas, sensações.

Uma caixa fechada com risos, abraços, ternuras e aconchegos. Um livro em branco de beijos de boa noite, de estorias para ninar e afagos para acalentar .

Todas essas coisas trancadas. Em algum lugar. Não chegaram nunca a serem perdidas, pois sequer existiram algum dia.

Das lembranças que eu trago da vida, você é de quem menos me lembro. Houve ainda uma época que me fazia imensa falta, mas hoje, hoje não mais. Não penso que isso seja triste, nem alegre. É, apenas.

Eu ganhei muitos abraços, muitos e incontaveis beijos de boa noite, enormes sermões e vários castigos. Escuto estorias até hoje e tenho colo sempre que preciso.

Então minha homenagem no dia em que seria o seu aniversário pai, vai ser de uma forma diferente. Mesmo você me deixando tão cedo, obrigada por não ter me deixado sozinha. Agradeço de coração por me deixar com meus avós, que hoje, alias, não só hoje, mas a muito tempo, são meus pais. Não poderia ter ficado em melhores mãos , pode ter certeza.

A gente segue aqui, vivendo, brigando, se amando da melhor forma possivel. E nessa dança louca do dia-a-dia, de uma (in)certa forma, você ainda vive, em alguns dos meus jeitos e sempre, sempre, sempre dentro deles.

Publicado: 5 setembro, 2011 em pensamentos, Por ai...
Tags:,

Voce pode ate escapar pelos meus dedos…

Mas nunca ninguem vai poder dizer que não fiz minha parte.

Sonhei-te… todas as noites. Mesmo em outros braços, colos e bocas.

Todos não passavam de simples, comuns e sonolentos braços, colos e bocas.

… by T

Publicado: 10 fevereiro, 2011 em Me Inspiram, Minhas Cores, pensamentos
Tags:,

Eu não sei se você sabe isso sobre mim, mas eu adoro travesseiros.

Eu não tive a coragem necessária, e talvez, por isso você nunca vai saber mais sobre mim. Não vai saber o quanto posso falar de coisas completamente sem importancia e banais, de futilidades e inutilidades.

Não tem um jeito facil de falar, por isso vou dizer logo: eu conheci alguem. Foi acidental, eu não estava procurando. Foi a musica perfeita. Uma musica que eu poderia escutar pra sempre. Algo ficava me dizendo “pode ser ele”. Ele tinha palavras, e um sorriso que viravam meu mundo de ponta a cabeça, completamente fora da normalidade sem graça do mundinho plastico de refrigerantes diets em que vivemos. Necessario provavelmente uma boa dose de tato para aguentar o seu humor ácido.

Esse alguem era você, Z. Isso deveria ser uma boa noticia, mas agora não sei mais como ficar com você. E isso é foda. É foda perceber que nos perdemos no meio das reviravoltas desse mundo grande e malvado. É foda pra caralho saber que nós piscamos e perdemos nosso momento. O momento que poderia ter mudado tudo.

Com você era simples. Eu não sabia muito bem o que estava acontecendo, mas, quando eu te abraçava todo o resto sumia. Vocè cheirava como um lar distante, e adorava beber café… eu deveria ter percebido o quanto tudo isso significava.

Infielmente sua,

T

Publicado: 13 novembro, 2010 em Minhas Cores, pensamentos
Tags:, , ,

Eu fico me perguntando porque a gente não pode viver só das coisas boas da vida??

Eu queria…

Viver de livros,

de filmes,

de series,

de vodka,

de uma viagem aqui, outra acolá,

de sorrisos sinceros,

e dele.

Publicado: 26 outubro, 2010 em pensamentos
Tags:, , ,

Eu tinha um encontro. Dia desses, semana passada, acho que era um encontro. Certamente era uma possibilidade. De repente uma mão na nuca, um olhar, talvez um beijo, quem sabe até uma cama. De qualquer forma eu tinha um encontro. Tinha. Não aconteceu. Nada que me faça sentir mal, nem bem. Somente ficou para depois por conta de outros acontecimentos.

O fato é que meus pensamentos estão constantemente em fuga. E o pior é que eu não posso dete-los! É como se tivessem vontade própria, por mais que eu tente controla-los e por força prende-los (isso quando não desisto e me rendo por completo logo de primeira) eles dão um jeito de me enganar e correr de mim.

Eles voam, as vezes pra tão longe, as vezes pra perto. Imagino toda uma vida não vivida, em uma cidade desconhecida, com amigos legais que gostam de cartas e bebidas, de piadas com pitadas de humor-negro, de domingos trancados dentro de um quarto, da preguiça de visitar o mundo e da curiosidade do novo. De teatros, shows, bares, brigas, pazes. De crises de ciumes que nunca sairão do script, dos beijos na chuva, das viagens, das caminhadas, das coisas simples. De fazer amor e se fazer esquecer de todo o resto, porque todo o resto não importaria naquele momento. Penso nos gatos que nunca tivemos, no bonsai que não reguei, daquela tua blusa preferida que não tive a oportunidade de queimar por pura falta de atenção enquanto passava e ouvia musica (e tentava cantar) ao mesmo tempo. Os livros não comentados, os segredos que agora sempre serão segredos pois a vida quis assim (a vida? será?). Penso nas dores do parto e nas noites mal dormidas envoltos em preocupações na eterna tentativa de sermos pais. Em como ela teria o meu temperamento e a tua inteligência, cheia de si, segura das suas verdades e convicções. Ele teria um Q de algo mais que a gente jamais conseguiria decifrar de onde veio, com ideias e filosofias que eu jamais poderia compreender, mas que eu saberia acalentar quando preciso. Ele seria tão como você! Teria o teu sorriso, aberto, muitas vezes difícil de achar, mas que sempre valia a pena tentar. Penso ainda nas noites em família onde comeríamos pipocas e veríamos algum filme e nos sentiríamos completos e felizes por alguns minutos.

E na velhice boas historias pra contar. Sempre algo para revelar aos netos. Estar junto de você e ver que apesar do pesares a gente conseguiu, e do nosso jeito, único, fizemos nossa historia.

E então a morte.

São truques. Truques que minha mente prega trazendo na boca o gosto do não vivido. E então eu volto para a realidade. Não, eu não moro no sul do Brasil, eu não conheço seus amigos e eu não tenho você.

Só me resta então esperar pelo próximo encontro.

Publicado: 26 outubro, 2010 em Minhas Cores, pensamentos
Tags:

Pra Começar (Ana Carolina)

Pra começar
Dizer que o amor chegou ao fim
Esqueça de me perguntar
Se ainda há amor em mim

Pra te enganar
escondo num sorriso a dor
Que sinto ao te ver passar
Na rua com seu novo amor

Se eu te encontrar
Não me pergunte como eu tô
Não saberia te explicar
Pra mim ainda não terminou

Certamente o meu Nego cantaria essa musica pra mim ontem, ao me ver passar pela rua de mãos dadas com o Malvado… (se ele pudesse cantar, certamente cantaria). Ele nem eh mais meu, mas ainda assim, o chamo de meu Nego. Tudo que vivemos, tudo que ficou no passado permanece na lembrança, dentro do peito. Jamais eu teria a audácia de esquece-lo de verdade! Você sempre vai ser o meu numero um.

“Depois de você os outros são os outros”

Das metades

Publicado: 16 agosto, 2010 em Músicas, Me Inspiram, pensamentos
Tags:

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

(Oswaldo Montenegro)