Posts com Tag ‘sentimentos’

“You ask me to enter, but then you make me crawl”

(E como eu rastejo….)

Teu cheiro, teu corpo, tua boca, teu hálito, teu sexo. Por mais uma vez, meu. Por mais uma vez, nós.

Esses erros estúpidos, a história cíclica, a gente que teima em teimar. Ta tudo errado, mas por alguns instantes parece ser o certo.

Eu não sou sua mulher, e você jamais será meu homem. Não existe final feliz aqui. Um happily never after combina muito mais com o nosso jeito de (não) ser.

“Sem arrependimentos” você diz.

“Mentiras” eu penso.

Teus beijos são mentiras, tuas mãos no meu corpo são mentiras, teu olhar, tua respiração, teu gozo, tuas palavras, somente mentiras.

E eu engulo tudo mesmo assim. Devoro tuas mentiras junto com minhas paranoias e inseguranças. Devoro com sede e fome, como se fosse a última refeição de uma versão minha prestes a ir torrar numa cadeira elétrica.

Mas no fim a cadeira nunca me dá o choque final.

E tudo que me resta é a indigestão.

Anúncios

Publicado: 27 setembro, 2012 em Me Inspiram, pensamentos
Tags:, ,

Ainda existe a espera. O tempo. A distância. A saudade.

 

 

(trecho do texto Permante, do colega virtual Neo)

Publicado: 11 maio, 2012 em pensamentos
Tags:,

Deve ser assim quando nasce uma canção: uma coisa por dentro, remoendo, crescendo, um bum-bá aumentando gradativamente e tomando conta de todo o teu corpo aos poucos.

Deve ser assim quando nasce uma ideia: Aquele sentimento de necessidade, uma pressa de acontecer, uma ânsia de se fazer ouvir, de fazer sentido. Aquela certeza que dá medo pelo medo não ser certo.

Deve ser assim quando nasce o amor: uma ideia fixa, uma batida (in)constante.

E então eu falo de tudo. Falo do dia, da falta de sono, do excesso de canseira… falo do clima, das operadoras de telefone, de filmes, doenças e músicas… falo de uma infinidade de nadas… falo de tudo que é banal e comum para não ter que falar de tudo rasga a carne, de tudo que é improvável. Para não falar do proibido dos sentimentos … mais uma dose de vida, por favor.

Publicado: 11 fevereiro, 2010 em pensamentos
Tags:,

Some people breake it… some people fix it.

Publicado: 20 janeiro, 2010 em Minhas Cores, pensamentos
Tags:,

Momentos de paz afinal. Poderia até me acostumar com isso…

“Quero ter alguém
Com quem conversar
Alguém que depois
Não use o que eu disse
Contra mim…

Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei…”

Depois de um tempo sem escrever, cá estou.

[Durante todos esses dias pensei em coisas alegres e fofas pra escrever. Coisas que explicitassem o quanto a vida é bela e tal. Mas não dá. Infelizmente esse post, por mais que eu queira, não vai ser sobre isso. Ele não vai ter flores nem borboletas. Porque, a verdade é que, por mais que eu tente desviar meus pensamentos eles sempre param aqui, nesse momento. E como esse é meu blog, nada mais justo que eu escreva nele sobre minhas coisas. E como já diz o nome o principal assunto é o sentir, o meu sentir, minhas sensações. E, por isso, esse post posterior a mais de 12 dias sem escrever nada, fugindo desse espaço na tentativa de fugir de mim e do meu momento, vai ser um desabafo. Provavelmente vai vir rechaedo de mágoa, com uma camada de raiva e salpicado com flocos multicolridos de angústia, aflição, solidão e dor.

Ainda há tempo de parar de ler. Já no meu caso, não há mais tempo, não posso parar de escrever, pois eu tenho certeza que quando eu acabar aqui vai ser finalmente como virar a página. Um final com ponto final, afinal. Por isso o faço, porque preciso, e, gosto de pensar que daqui a algum tempo vou poder olhar pra trás, reler, e ter certeza de que mais uma vez sobrevivi, e mais uma vez passou.]

***

Você é um covarde. Um covarde triste e solitário. Mas, quem sou eu para culpar você? Afinal você ainda é só um menino tentando descobrir passagens secretas no jardim.

Certa vez você disse que eu era uma sensacionalista, que minha vida voltada a sentir muito, a querer tudo era uma forma de covardia. Mas agora eu te chamo de covarde. Você que ainda vive no passado, que não tem coragem de olhar pra frente e encarar o hoje. Se acomoda nesse mundinho pequeno, procurando desculpas e imperfeições para afastar todos ao seu redor.

O que aconteceu com o “é um simples fato a minha constância”? Eu sei o que aconteceu. Nada é constante, aliás, tudo pode ser inconstante a qualquer momento. O mais ridículo é que eu sempre soube disso, mas, ainda assim me deixei acreditar naquela carta (nesse ponto eu não sei se tenho mais raiva da minha burrice ou da sua ingenuidade).

No começo pensei em dizer que eu gostaria que você tivesse um péssimo ano novo, que você de alguma forma sofresse ou se decepcionasse… mas agora, agora eu desisti. Na verdade agora desejo que você seja feliz (pois eu sei que isso sim, vai ser torturante pra você). Quero que você seja feliz apesar te te odiar de mil e uma maneiras diferentes.

Escrevo pois essa é uma forma de exorcisar meus fantasmas. E espero profundamente que funcione.

A partir de agora vou poder postar alegrias, passáros e tons alegres sem me sentir hipócrita (e também uma tristeza ou outra que me calhar, pois elas estão também aí, em todo lugar).

P.S1: Você jamais poderia ter pertencido ao outro lado do muro. As fadas, gnomos e duendes não se contentam em “sentir nada”.

P.S2: O blog é meu, escrevo o que bem entender.

P.S3: Bem, se minha família ler isso aqui… acho que nao devo ter vergonha de falar de amor e coração partido (quem nunca passou por isso?)

***

 

Aqui vai a letra de uma canção que eu gosto muito, de autoria de um amigo, seguida do video com a apresentação da mesma. A musica deve ter milhões de significados nas entrelinhas, e, certamente não entendo todos mas, ela mexe comigo de alguma forma que não sei explicar. Eu sinto-a forte, como se houvesse alguma conexão inexplicavel… (não sei se as tais teias invisiveis do tempo/destino/vida cabem no contexto de todas essas coisas que eu não entendo)

O titulo do post fala da Fortaleza pelo fato de calhar com meu momento atual. Eu já peguei meu avião.

 

CALCINAÇAO (Robert Veras)

Vou pegar um caldeirao

Cozinhar o meu desejo

No veneno do escorpiao

Na saudade do teu beijo

 

E deixar a ebulicao

Transformar nesse ensejo

O apego em liberaçao

Sofrimento em solfejo

 

Vou pegar um aviao

E deixar a Fortaleza

Da “Tristeza e Solidao”

Das mentiras sob a mesa

 

E buscar uma estaçao

Onde o ser em nós floresça

Nos acordes de uma cançao

Redescobrir nossa pureza

 

Nossa Senhora da Assunçao

Iluminai os caminhos

Nas praias de Plutao

“O Cavaleiro e os Moinhos”

 

Nosso Sagrado Coraçao

Entre rosas e espinhos

Visto a pele do Leao

E do Cordeiro eu bebo o vinho

Publicado: 5 agosto, 2009 em pensamentos
Tags:

Essa noite deitei a cabeça no travesseiro e fiquei pensando por um longo tempo…

Quando é a hora de deixar? Deixar pra trás? Let it go… Quando é mesmo o momento de guardar as fotos antigas, cartas escritas, sensações vividas? Qual o momento certo de enterrar o amor que um dia foi “o” amor?

É. Mas também …

Publicado: 12 fevereiro, 2009 em pensamentos
Tags:,

coracao-alado2É cigano. Meu coração é cigano. Ele vai e vem quando bem quer, tem vontade própria, é como as marés e vai ao sabor do vento, ao sabor dos sentimentos.

Meu coração é cego. Um cigano velho e cego. O amor é cego.

É também perigoso, hoje ama, amanhã menos, depois mais. Mas hoje passe a noite comigo, meu amor. Não me faça olhar para trás com esse coração que bate desentoado dentro do peito, porque às vezes é tanto sentimento que eu nem sei o que sentir.

Ele é cigano, mas os ciganos também amam.

É como um balão que vai no céu ao encontro das nuvens sem saber ao certo onde vai parar. Meu coração é cigano, não deixe ele escapar, ele não tem rumo, mas o amor está aqui, mesmo que por vezes seja difícil de ver. Ele guarda a beleza de um pôr-do-sol e a tristeza de algumas perdas, é tronco forte como rocha mais ainda é frágil como uma flor. Só sabe sentir o agora e se encanta com seus olhos, com suas cores e com tudo que você me traz.

Me faça amar, me faça querer, sonhar, ficar. Me abrace forte e não me deixe fugir porque o medo também é companheiro desse coração.

Se as noites se acabassem e os dias não durassem, se tudo no mundo tentar nos manter separados, se ainda assim eu puder enxergar pelos teus olhos e sentir as borboletas dançando em meu estomago, eu vou continuar acreditando em você. Amor, você não vai me dizer nada sincero? Eu acredito em você!

Vamos seguir em frente então. Sem nunca olhar pra trás. Tudo que não é nosso a gente deixa pra lá. Acredita em mim, me faz forte e não me deixa nunca ir embora. Me deixa voar livre e deixa que a vontade vá crescendo, esqueçamos a dor e a tristeza. Deixa tudo isso pra lá. O que é nosso mesmo ninguém pode tirar. Somos eu e você. Às vezes meu coração cigano é muitos em um só, mas amor, não desiste! Me acalma, me acalenta, me queira porque os corações ciganos também amam.