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(… ou não. Simplesmente guardadas, pra sempre)

Ontem mexendo no meu baú encontrei uma carta antiga. Uma carta de amor. Li, reli, treli. Que deleite, que delícia, que de-lindo! Foi gostoso reviver por alguns instantes todas aquelas sensações.

Foi cheio de boniteza. E boniteza não é algo que se encontra fácil hoje em dia.

“Eu poderia começar do começo, mas todas as coisas começam do fim. Do fim das infinitas e diversas fases das nossas vidas. Sempre que algo novo chega marca o fim de uma era, deixando pra trás o velho, o antigo, o ultrapassado, o que já foi.

E é isso, que esse adeus seja só um até logo, que a vida se encarregue de fazer o que sabe fazer de melhor, seguir seu rumo. Que algum dia a gente se encontre pra outra folia, seja como amantes, seja como amigos, mas que eu ainda possa algum dia escutar o som rasgado da tua risada.”

O amor mudou, mas não morreu. E como eu disse na carta, a vida fez sua parte, nós seguimos caminhos diferentes, mas meu carinho continua imenso, sempre.

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bem, passei esses dias pensando em alguma resposta linda, floriada, cheia de coraçõezinhos flutantes, cheirando a framboesa, com um “q” de inocencia pura que os corações apaixonados sempre conseguem ter (leias-se coisas bregas e cliches, e em sua grande maioria de profundo mau gosto)
confesso, nem um pouco frustrada, que não achei tal resposta…

o que consegui veio com cheiro de chuva na terra, com um sabor de possibilidades, cheio de desejo (do corpo e da alma), e um sentimento meio escondido pintado nas cores da ausencia. o maximo que consegui veio com o minimo de esforço, e me chegou rápido, curto e grosso, como sou tantas vezes…

“vem logo pra cá…”